DON'T MAKE DIET - Não faça Dietas! Não mate a Vida!

 

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             Sempre temos que perceber uma elevação natural da nossa saúde mental. Você é o que come. Você é o que se alimenta. O que você pensa e como pensa, também é significativamente uma resultante disso. De nada adianta ficarmo-nos enganando o tempo todo, tantas vezes por teimosia, ou por vergonha, ao desejarmos quebrar os nossos paradigmas culturais. A esse respeito até os nossos avós foram muito mais equilibrados e menos emocionais. Eles evoluíram sendo mais naturalistas.

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            Com um click você pode ver o resumo do livro Do sucesso pessoal ao sucesso material no qual já se abordava algo interessante com respeito  ao que os nossos avós partilhavam do conhecimento bom. O conhecimento bom era o que sabiam de si mesmos e do seu equilíbrio. Eles tinham muito mais poder de avaliação sobre a eterna equação que é a vida. Sabiam muito mais (e claramente), que o homem é muito mais corpo do que racionalização.

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            Tese prática: a racionalização é um produto em evolução no homem. É coisa bem recente. E nestes últimos tempos a racionalização deu saltos de qualidade imensos que o corpo não foi capaz de acompanhar. É por isso que ele sofre muito, em decorrência das mudanças bruscas psico-racionalizantes. A bio-física não acompanha a velocidade dos elétrons de maneira compatível. A formação de hiatos desequilibrados é uma redundância, pois o resulta no aparecimento dos ciclos viciosos perversos que carregam o homem para um estado de infelicidade crônica. E o homem se transformou assim num carregador de grande quantidade de alimentos pesados e de má qualidade.

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            Percebe-se claramente que esse homem biológico não evoluiu nos mesmos patamares racionais. Então, essa situação não acontece sem provocar grandes conflitos. Ele passou a ficar muito menos biológico do que lógico. Com isso, imprimiu sérios desequilíbrios: muito mais sedentário na sua parte animal, mais sentado, mais distante de si, mais contraditório, mais distante entre a sua parte mental e o seu físico, mais acumulador  de alimentação desnecessária. Passou a ser um acumulador de energia que não usa e se transformou num reservatório de produtos velhos, pesados e estressantes.

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            Nessa equação, cheia de variáveis contraditórias, que é a vida, precisa (com a racionalidade evoluída) solucionar melhores condições  para a sua própria bio-adversidade. Vá lá e coloque a Bio em patamares mais próximos da racionalização.

Cuide biologicamente de si. Selecione com muito mais inteligência e decência os seus alimentos. Retome os ancestrais. Retome os seus avós. Procure mais as origens. Pesquise. Estude. Reavalie. Faça readaptações. Depois crie mais coragem para as mudanças e para a quebra dos paradigmas.

            Se o homem é muito mais biológico do que lógico e é muito mais natureza do que racionalização, porquê então você não provoca lentamente, sem traumas, uma reengenharia de reposicionamento? Porquê você se auto-condena todos os dias a carregar esses pesos desnecessários e molestadores.

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            Fica muito claro que o estado natural do homem está cada vez mais ligado à alimentação. Os estados de felicidade estão muito mais intimamente ligados a ela. Não é possível você ter uma alimentação cheia de vícios e ser feliz. A felicidade não comporta erros graves na usa biodiversidade interna. Os conflitos biológicos se refletem diretamente no seu estado mental. Você precisa lutar inteligentemente contra isso. Contra essa preguiça corporal.

            Nos dias de hoje o homem quanto mais racional mais ele comemora em mesas de restaurantes!! Comemora e fecha negócios  envolvido por imensas quantidades de carne, gorduras fartas, sabores especiais, refinados, enganadores. Uma grande parte das civilizações comemora comendo: é um sinal de fartura, de riqueza, de poder, de decadência. E quanto mais comemoram, mais comem, mais se afastam do equilíbrio, mais se matam, mas bebem vinhos em quantidades industriais, cervejas, wiskies... Apenas uma taça de vinho (preferencialmente tinto) não é coisa de macho! Macho que se preza é aquele que bebe toneladas sem cair. Consumo de comida, idem... O homem vai se transformando cada vez mais num demolidor de alimentos.

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            A racionalidade tem que ajudar o novo homem. Se ele está com um nível elevado “dessa coisa” auto-destrutiva, ele deve aproveitar esse algo a mais para pesquisar e estudar a favor da sua compostura orgânica. Você tem que aproveitar a bio-ciência, já conhecida, para que muito mais coisas fiquem a seu favor. Descubra-se... Descubra o mundo que você vai comer...

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            Nós ainda não estamos falando do incomensurável universo da bio-diversidade não conhecida, na qual se depositam potenciais (e muitos deles serão destruídos antes mesmo de serem usados). Veja-se a perda potencial da Amazônia (Brasil), (Bolívia), (Venezuela), ... tamanha a bio-diversidade a serviço do homem que à priori se descarta e se destrói. É um universo fantástico que vai sendo destruído antes de ser conhecido. Mas não podemos pensar tão além de nossas próprias possibilidades urbanas. Primeiro trate-se ao seu redor, no seu habitat. Depois envergue um pouco mais distante e vá lá, dê o seu recado. Não podemos tratar a Amazônia Boliviana ou Brasileira se não damos atenção à Bio-diversidade do nosso próprio corpo.

Ele é um universo que nos fica bem íntimo e nós teimamos em não querer enxergar ou salvar. Se você não entende, não salva! Se você não se conhece, além de não se salvar, também não pode se propor salvar as bilhões de oportunidades que se encontram na bio-diversidade  da Amazônia Brasil. Quem não se salva, não salva outrem...

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            Voltamos então.

            Para nós podermos desenvolver a arquitetura das mudanças, precisamos conhecer mais  profundamente os materiais que vamos usar no grande projeto de engenharia alimentar a que nos propomos e quais as fontes mais fáceis para obtê-los.

 

            Existem qualidades nos vegetais, frutas e sementes que você precisa conhecer.

            Então, se é necessário cortar ao máximo as gorduras animais, saturadas ou trans, vamos procurar os ácidos graxos (ômega 3) ou gorduras boas.

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            Começaremos pelo café da manhã:

       1)    Faça uma mistura (a gosto) de sementes de gergelim, linhaça, avelãs, nozes, amêndoas, mirtilos, farelo de trigo, grãos de aveia, sementes de abóbora (trituradas), açaí... (Varie sempre de 3 a 4 ingredientes). Você vai ter uma mastigação obrigatória (sem você mesmo querer) 10 a 20 vezes maior do que a mastigação comum. Daí resulta uma superior ensalivação desses alimentos e um prêmio para o seu estômago. Ele não tem dentes para que você o obrigue a digerir alimentos inteiros;

       2)    Só então deverá consumir iogurte natural, sem frutas ou industrialização. As frutas você mesmo poderá adicioná-las, como: pedaços de ameixa, mirtilos, pêras, abacates, etc. Evite consumir outros produtos de laticínios. Se comer queijo, dê preferência aos queijos duros, tipo queijo de cabra caipira, parmezão.

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3)    Depois do iogurte natural você pode comer pão, o mais integral possível, de vários grãos ou um único grão. Acompanhe com fatias de carnes magras (protaimas sem processamento). Evite comer processados como presunto, salsichas ou similares. Não use os peitos defumados. Eles lhes encaminham mais facilmente para os diferentes tipos de câncer.

 

4)    Depois de tudo coma pêras ou maçãs com casca. Estas últimas contém um alto teor de fibras que você necessita diariamente, embora sejam glicêmicas. As primeiras são menos glicêmicas e são uma excelente fonte de cobre;

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5)    O seu café da manhã não deve iniciar com suco de laranja, mamão, etc, pois eles possuem um elevado teor glicêmico; conseqüentemente provocam piques insulínicos, solicitando o pâncreas em demasia, induzindo à fabricação de gorduras vicerais.

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       6)    Qualquer alimento glicêmico sempre deve ser ingerido ao final da refeição. Com esse hábito, você evita esses picos insulínicos, como acontece quando você começa a refeição com esses produtos ou qualquer suco açucarado.

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            Nas refeições seguintes,  se possível, sempre comece ingerindo (com alto teor de mastigação) uma mistura com três ou quatro ingredientes indicados em 1. Estude outras sementes e aumente  as alternativas de sua lista: conquiste sabores. Ou então misture esses ingredientes às saladas usando azeite extra virgem (não use vinagres). Pode usar os limões.

 

7)    Não esqueça que as sementes sugeridas têm um alto poder  de inibir o apetite, além do alto teor de gorduras boas, do tipo ácido graxos (ômega 3);

       8)    Depois das sementes coma um salmão, peito de frango grelhado, peixes de clima frio, tipo sardinhas da Noruega ou Portuguesas que são encontradas nos mercados mais abastecidos. Evite salmões de cativeiro e frangos não caipiras. Se usar salmão de cativeiro ou com algum teor mínimo de mercúrio use bastante alecrim sobre ele, quando o levar ao forno ou a grelhar. O alecrim e outras ervas diminuem consideravelmente os riscos do mercúrio.

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9)    Use também ovos do tipo caipira com Ômega 3 como adornos leves, produzidos por galinhas que se alimentam à base de sementes de linhaça.

 

10)   As proteínas devem ser ingeridas primeiro. Quando tiver dificuldades, use-as desfiadas misturadas com saladas (muitas cores, muito verde) e ou legumes. Algumas empresas de fast food já estão investindo nessa direção: estavam perdendo os antigos clientes engordadores.

 

11)   Depois  das proteínas (nas quais podem ser incluídas um pouco de carne de vaca caipira), vêm as saladas multicoloridas com preferência pelas orgânicas;

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       12)     Somente depois das saladas deverão ser consumidas as frutas (que fornceçam menor teor glicêmico). O açúcar em excesso vira aumento de energia desnecessário, que vira depósito de gordura corporal, que se localiza principalmente nas víceras, que aumenta o perímetro abdominal, que tem implicações destruidoras da boa saúde, que provoca o excesso de oxidação, que provoca as rugas e os sinais precoces de envelhecimento.

       13)     Abuse do açaí, abacate,... mas evite a todo custo os açúcares refinados, aspartames, ciclamatos. Corte-os  definitivamente da sua vida. Evite bebidas que contenham esses açúcares artificiais.

       14)     Aos poucos, substitua todos os açúcares por Stévia (açúcar natural) ou açúcar originário do fruto do agave. Para usar a Stévia e ela não conferir um gosto um pouco amargo (quando usada em quantidade), até você criar o hábito novo, para cada xícara de chá ou copo de sucos, use apenas 2,3,4 gotas. Nada mais do que isso. Dessa forma você evita o gosto meio amargo do uso da Stévia;

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       15)     Feijão;

       16)     Produtos de soja fermentados.(Tufu);

       17)     Óleo de peixes.

            Você deve procurar literatura específica, sempre fundamentada cientificamente. Procure mais o conhecimento sobre o teor dos alimentos. Nós sabemos até pela prática constante, que o único caminho é através desse apuramento na qualificação dos alimentos. Eles precisam ser usados inteligentemente.

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