Ocupação e sua Terapia
- Em ocupação se
passa um fenômeno interessante: sempre nos dirigimos
a tudo aquilo que os outros acham mais valorizado.
- Existem mil
ocupações melhor remuneradas, mas que têm uma imagem
desgastada; ou não correspondem a bons preconceitos
sociais.
- Eu, engenheiro
civil, não posso fazer muito de carpinteiro,
principalmente se estiver misturado a carpinteiros.
- A minha vizinha
diria que eu não sou um bom engenheiro.
- A minha filha
arquiteta não deve ocupar-se com afazeres domésticos
tradicionais; logo dirão que ela tem mais jeito para
lavadeira.
- A minha mulher,
não poderá ajudar o jardineiro, logo dirão que ela
não é uma competente advogada.

- Entretanto, se eu
não fizer nada de carpinteiro e às 18:30 for jogar
uma partida de tênis com meu vizinho, no Iate Clube,
posso ser uma incompetência só, mas logo o meu
conceito subirá em todo quarteirão.
- Assim, todos
começarão a falar das mil qualidades de engenheiro
civil que eu não tenho.
Falarão até das minhas qualidades como jogador de
tênis. A minha filha e a minha mulher, idem.
- Basta que as duas
às 18:30 vão malhar na academia oficina do corpo;
logo, logo, serão reconhecidas as esposas mais
inteligentes e dignas por todos no quarteirão.
- Estamos, assim, em
um novo ponto de partida. No capítulo O AMOR, se
falava em auto-estima como referência para
reencontrarmos a nossa dignificação pessoal.
- Então, nós
precisamos encontrar agora o caminho da liberação
física ligada à utilidade. O esforço físico não pode
ser todo a serviço de nada!
- Uma grande parte
da sua utilidade é o ponto de partida para a
Ocupação e sua Terapia.
- Nada impede que
façamos freqüentes caminhadas pelas trilhas da
floresta urbana. E também não é proibido que
possamos jogar tênis com o nosso vizinho.

- Entretanto, o
normal de se ver, por ai, é o total cerceamento da
atividade física em proveito da utilidade.
- E já se observou
no capítulo O AMOR que o homem racional, com o seu
saber-poder, vai destruindo o outro, mais biológico,
que existe dentro de si.
- Temos um conflito
constante entre os dois. E sempre o primeiro é um
franco ganhador; para logo em seguida os dois serem
perdedores.
- A Terapia em
Ocupação já é uma resultante das decisões que
tomáramos no capítulo anterior. Se os nossos valores
não estruturaram um amor-próprio mais dinâmico, de
que nos importaria a Ocupação como Terapia?
- Cada vez mais nós
devemos apurar a seqüência das melhorias do nosso
equilíbrio psico-emocional e a nossa auto-estima.
- Também pela
decisão tomada no começo, o nosso amor não pode ser
por simplesmente nada!

- Quem “fica”,
normalmente pratica atos sexuais sem sequer saber o
nome do outro!
- Pelas mesmas
razões, os nossos músculos não podem ganhar boa
forma só por finalidades estéreis e estéticos!
- A compulsão pelo
corpo talvez se assemelhe a uma grave doença do
amor-próprio.
- A Ocupação em
Terapia é, então, a extensão do caminho da prática
do amor. É um terreno onde deságuam muitas coisas já
conquistadas que não devem perder-se por falta de
valorização.
- Eu não vou mudar
para ser carpinteiro, cozinheiro, jardineiro; mas
vou ter relações de interdependência física com
eles. Basta que eu tenha acertado bem as minhas
chances de enxergar necessidades sem estereótipos.
- Esta abordagem à
ocupação antevê uma clara interação com as minhas
margens. A utilidade – emocional reconstrói uma nova
trilha.

- Uma outra
adjacência à minha trilha é mais adiante a
auto-análise e o sentimento de sucesso pessoal.
- Esse tipo de
ocupação nos obriga a um novo projeto. Se não
conseguirmos tanto romper com o molde do trabalho
que nos envolve; no mínimo, vamos preparar mudanças
para os tempos de lazer. Serão eles que nos irão
possibilitar uma nova liberdade de expressão
corporal; pois essa linguagem já está caindo em
desuso.
- Programe pequenos
passeios, marchas, de preferência acompanhado de
outras pessoas que visem objetivos idênticos.
- Deveremos evitar
ao máximo os desafios repetitivos.
- O mais importante
é que tenhamos o corpo plugado numa mente criativa.
E, para isso, oxigenada.
- Muitas emoções e
questionamentos devem ser acompanhados por um certo
esforço corporal.
- Aos poucos nós
vamos habituar o corpo a pensar em movimento. Faça
reuniões curtas em pé.
- Aquilo que não se
resolve em pé, não se resolve sentado.

- Irrigue o cérebro.
- Desses passeios e
marchas, cada um vai encontrar motivos para se
reencontrar com uma nova biologia.
- Logo estaremos
envolvidos com um jardim comunitário ou dentro de um
pequeno rio de águas límpidas para limpar o seu
leito dos detritos que alguém jogou ali. Ou então,
pintando as paredes de um orfanato com as tintas que
acabáramos de comprar juntos.
- Desse jeito,
naturalmente, nós abandonaremos hábitos compulsivos,
cerceadores de liberdade e outros itens.
- Evite os excessos
que tomam conta do corpo e da mente.
- Logo iremos
começar a usar um espaço amplo da nossa vida sem a
destruição estressante dos nossos preciosos
neurônios.
- O nosso chefe até
vai observar que algo mudou. Ficaremos mais afáveis,
compreensivos e lutadores por objetivos mais
nítidos.

- Se inaugura um
menor medo de errar. Cada erro, não repetido, passa
a ser entendido como condição sine qua non de
crescimento e não de inibição.
- Os passos são
largos para a conquista de uma liberdade mais ampla.
Inicialmente não enxergávamos direções apontando
para múltiplas saídas, todas possíveis...
- Se, nessa época,
ocorresse algum incêndio dentro de nós nenhuma seta
apontaria Exit!
- Nós já sabemos que
o projeto da nossa Ocupação vai passar por grandes
mudanças. Mas, fique tranqüilo, nada projetaremos
contra nós. As grandes mudanças sempre devem
corresponder a pequenas e sucessivas alterações de
curso.
- Nós o alteraremos
para que tudo aconteça no tempo possível. É como se
fosse uma autoprevisão realista do tempo próprio. Dá
para seguir e enxergar as margens. Abriremos, agora,
um longo parêntesis que parece de teor
contraditório.
- Vou lembrar que as
nossas principais mudanças passam normalmente pelo
grupo que nos envolve no dia a dia. Muitas vezes
para o bem. Muitas vezes para o mal.

- Desde alguns
valores como, auto-estima, amor-próprio, amor
externado, o “nosso” grupo aprova ou desaprova as
coisas que fazemos. É nesse contexto que vamos
equilibrando o nosso barco.
- Todavia, existe um
grupo no qual as dificuldades de enredamento serão
mais difíceis de administrar. É o caso do grupo de
familiares.
- Esse grupo é muito
mais para lhe amar e informar do que para lhe
fornecer avaliação crítica.
Você sempre é demasiado íntimo para os íntimos. E as
cartas dos íntimos não são boas. Eles não escreverão
livros, nem farão poemas. Para os íntimos os seus
livros não serão bons. E ainda podem indagar: --
porquê todos aceitam isso?
- Normalmente, o
grupo familiar só lhe aceitará, como você tem vindo
a se comportar, quando o resto do mundo lhe aceitar.
- As dificuldades
serão maiores. Está tudo misturado com o amor, os
preconceitos, estereótipos, etc.

- Essa situação se
deve ao fato das neuroses interpessoais terem sido
construídas dentro desse grupo mais restrito. É uma
grande proximidade (para não dizer promiscuidade
intimista).
- Assim, vão fazer
de você um grande maluco (tem até casos de
internação!) se não agir de acordo com as
expectativas dos demais.
- Mudar é proibido,
salvo para satisfazer conveniências. Mas nunca as
suas! As pessoas só lhe aceitam, incondicionalmente,
se você sofreu algum desastre; pois o amor se
sobrepõe.
- Para qualquer
postura crítica mais independente, nunca pode contar
muito com familiares. Eles bloqueiam a aceitação.
- Só mais adiante
lhe reconhecerão, quando os estranhos lhe
reconhecerem. É por isso que os animais são mais
equilibrados: soltam os filhotes no mato para só
depois ver a merda que deu.
- A tese é que o
apoio familiar mais próximo (nos racionais), não é
emocionalmente confiável. Sempre vem acompanhado de
pequenas e grandes neuroses; pois quem não se
resolve, transfere...

- No amor, nos
cuidados platônicos, sim; eles sempre lhe oferecerão
muito amor.
- Mas o grupo vai
mudar? Claro que vai mudar. Ele vai adaptar os seus
valores à aceitação que você teve do universo dos
mais estranhos ao ninho. Poder-se-ia chamar a esse
fenômeno: a mudança pela pressão da indução.
- Então, este longo
parêntesis serve para avaliar melhor as dificuldades
que nos esperam nas longas mudanças.
- Logo, fica
evidente que a Ocupação como Terapia passa por
dificuldades idênticas ao desenvolvimento do
amor-próprio.
- Muitas vezes até
se fica do lado das sociedades civis e dos seus
objetivos mais materiais.
- Tende-se à
materialização das relações. Elas acabam sendo
contábeis e agregando junto uma certa avareza
emocional. Constroem-se impulsos (de cultura
recente) do poder pelo dinheiro. Substitui-se a
espada e o cavalo por um montão de notas.

- Entretanto, a
liberação das energias interpessoais, no grupo, será
um melhor caminho. Mas essa possibilidade implicaria
em menos hipocrisia e mais universalização das
abordagens analíticas ou auto-analíticas de todos
componentes.
- É até por isso,
por cerceamento de curso, que muitos dos potenciais
são distorcidos ou apagados da liberação energética,
seguindo-se bandas psicológicas depredadoras.
- A Ocupação com
Terapia tem que passar por um ensaio permanente. As
responsabilidades terão que ser redundantes das
liberdades. Essa Terapia no lazer já é um grande
passo.
- Um outro passo
também ocorre nas coisas que sejamos capazes de
realizar fora dos conceitos de emprego e trabalho.
Nós temos que mediar alternativas por mais tênues
que sejam.
- O caminho é feito
para reencontrarmos um novo feeling de Terapia e
Ocupação. As crianças e os adolescentes
necessitariam muito estar bem perto desses desafios.
Eles precisam dos seus corpos úteis!

- Na praticidade,
precisamos abrir mão de gastos financeiros que nos
condenavam a satisfazer necessidades ADICIONAIS o
tempo todo. Ou, então, a mantermos um status social
reluzente e, ao mesmo tempo escravizante.
- Nunca é bom que as
mudanças sejam radicais. Mas se você nunca teve um
carro, não compre agora, antes de acabar de ler este
livro. Ou, se já comprou um novo e isso lhe está
tirando o sono (lhe obrigando a trabalhar por
pressão), venda-o e compre outro em bom estado com 6
anos de uso. Entretanto, só venda o carro novo,
quando você convencer a si mesmo não precisar dele
para conservar os amigos e o seu status. De
contrário, você vai se desiludir um pouco, quando
concluir que a maior parte dos seus amigos, eram
muito mais amigos do carro do que de você.
- Desse modo, para
mudanças, avalie a grosso modo o peso das
solicitações que não lhe davam prazer satisfazer.
Com excesso de peso, ou inibição ao prazer de
realizar, a Ocupação nunca será uma Terapia. Antes
pelo contrário lhe arrastam para ondas de stress,
com a ansiedade nas alturas.

- Tem que haver
lugar para as pequenas coisas ou pequenos prazeres.
Não podemos nos sentir burros de carga transportando
fardos. O sucesso pessoal tem que ir ficando longe
do status e cada vez mais perto da Terapia em
Ocupação.
- No último capítulo
vamos estar mais perto de abordar o feeling do
sucesso. Para isso temos que mapear melhor as nossas
trilhas. Em certas horas das nossas escolhas temos
que optar cada vez mais pelas ocupações que nos
trazem proveitos financeiros mais amenos e mais
status de felicidade como resultado. Nunca como
objetivo. Se centrar o objetivo em dinheiro ele
sempre irá fugir de você.
- Aproveitaremos
vetores (figura 2.1) para se observar como se pode
ser muito rico e sem dinheiro.

- Se eu explicar
como administro as ocupações (???), todos vão
entender como estou certo em ficar muito rico
dirigindo essas solicitações. Além de tudo, ainda
vão me achar um homem de grande sucesso. Abandonar
alguma delas seria me levarem alguns dos filhos que
mais amo. E, terei a vantagem de estarem
constantemente me bajulando.
- Chegáramos, então,
a ponto de análise (figura 1.1), em que uma situação
confusa de valores me conduzia a um estado hipnótico
e impotente de não saber dirigir a minha querida
energia.
- Não havia
referências para reconstruir o meu amor-próprio. Ele
sempre tem que ser o ponto de partida. Se (eu) não
parto de (mim); (eu) não estou em lugar nenhum. O
meu barco está à deriva.

- Esta
situação-ocupação ilustrada na figura 2.1 é o mesmo
que um amor-próprio desgovernado.
- Podem acreditar!;
o barco psico-emocional da minha Ocupação está
abandonado sobre as ondas revoltas. Somente
constantes transformações o vão transformar em
Terapia. Hoje ele é um inevitável stress.
- Mãos à obra:
- O meu escritório
é centralizador.
- Tudo passa por
ele.
- Tudo está
seguro, por estar debaixo da minha ‘’saia’’.
- Tem diretora
financeira há 16 anos.
- Tem diretor
operacional há 14.
- Tem micros e
linhas telefônicas; salas, máquina de café e
freezer para fabricar gelo. A água é Perrier
francesa.
- Como o pessoal do
17º andar adora tomar cafezinho aqui!...
- Era melhor
transformá-lo numa cafeteria de luxo.
- Nele, os pobres se
sentiriam importantes. Não precisariam nem bolsa
família, nem bolsa violência, nem o bolsa abandono
pelo Katrina, nem almoço a 1,00 no restaurante do
Estado (almoço grátis é o mais caro do mundo! para
os pobres ... Frideman sempre pensou nisso!)

- Além de tudo, quem
comprasse um cafezinho na nossa cafeteria de luxo
levava de graça um cartão postal com a vista
deslumbrante.
- Seriamos, ao mesmo
tempo, vendedores de ilusões e infladores de Egos.
Venderíamos miragens. Um bom negócio. No próximo
mandato seríamos reeleitos ...
- Entretanto, vamos
com calma. Nós temos que aprender a desativar esse
amontoado de coisas velhas. Em seis meses não
podemos dissolver a ... “deixa pra lá’’, que
leváramos 30 anos a evacuar.
- Vamos então à
figura 2.4, pensando e agindo pró-ativamente com as
pessoas que envolveram as suas vidas conosco. Elas
também têm que aprender a ir adiante, mas melhor.
- No novo
escritório, descentralizado, eu tenho agora apenas
15% dos RH e todos foram promovidos por aqueles que
saíram. As relações ficaram sólidas.

- Com dedicação,
paciência e respeito pelos seres humanos, eu limpei
o meu caminho de uma ocupação em desordem
psico-emocional. Transformei a Ocupação na minha
Terapia.
- Depois de 18
meses, muito dos meus amigos me abandonaram. Mais
aqueles que adoravam se hospedar na minha fazenda.
Perdi também quase toda a turma que não se conforma
com o desaparecimento daquelas rodas de Scotch 12
anos.
- Entretanto, nenhum
banco de investimentos me telefona mais cobrando
parcelas de velhos empréstimos. Estou indo à
velocidade do meu biorritmo. Tenho que me oferecer à
chance de ser o principal usufrutuário da minha
inteligência. De contrário, (eu) estaria fazendo de
(mim) a (minha) principal vítima.
- A Ocupação e sua
Terapia é ir caminhando de bem consigo mesmo. Todos
os planos dão certo se não se sobrepuserem às
pessoas. Estabelecer harmonias é a possibilidade das
pessoas mudarem a si mesmas antes de mudarem o
mundo.
- É uma conveniência
desumana pretender mudar o mundo sem nós mudarmos.
Assim, a Ocupação em Terapia é uma limpeza do nosso
projeto de vida.

- Não limpe a
pele.Desintoxique o organismo.
- Nós estamos a
caminho de um projeto limpo. As trilhas vão se
tornar cada vez mais visíveis e a auto-análise vai
ser possível logo adiante. Ao enfrentarmo-nos já
saberemos gostar mais de nós mesmos.
- Logo a seguir
ficaremos mais liberados de chefes, maridos ou
mulheres, que condicionavam a nossa auto-estima.
Cada vez, venderemos menos a nossa alma ou as nossas
desgraças para comprarmos a piedade dos outros.
- Como no capítulo O
AMOR, agora temos menos conflitos frente àquilo que
nos propomos fazer.
- Maior
identificação entre a mente e o corpo. Seremos cada
vez menos movidos a preconceitos.
- Você não se
constrange ao segurar a linha para mostrar os erros
do seu mestre de carpintaria.
- Existem agora
inúmeros detalhes nos quais o nosso corpo segue mais
a mente. Começam a aparecer sinais de uma supra
inteligência mais biológica.

- A personalidade
neurótica do nosso tempo sempre embaralha
sentimentos e nos embala em conflitos constantes.
Faltam elos emocionais, mais fortes, de bem querer
às situações da nossa envoltória. Nos deixamos
atropelar facilmente. Temos as filosofias, mas não
déramos importância à implantação dos conceitos. Ou,
então, desejamos trabalhar conceitos que são
contraditórios às filosofias.
- Quando começamos a
limpar áreas de bloqueio emocional temos que
construir referências ou balizas que nos sirvam como
ponto de partida. É como se fosse um Marco (M). É o
nascimento do profeta no nosso momento zero.
- É um novo tempo.
Vamos auto-estimar esse novo tempo. Ocupação em
Terapia nesse novo tempo fará a grande diferença. É
o tempo das mudanças Depois do Marco (DM).
- Nada tem rigor
contábil ou científico. Não vamos nos converter em
paleontólogos de nós mesmos. Mas precisamos
valorizar sobremaneira (comparando) as
emocionalidades Antes do Marco (AM).

- Se os
acontecimentos nos fizeram muito mal no passado é
exatamente por isso que eles são demasiado
importantes, hoje, para o desbloqueio dos nossos
potenciais.
- O AMOR e Ocupação
e sua Terapia são como se fossem trilhas emocionais
que correm complementarmente para uma sustentação em
mais equilíbrio; e nos conferem mais prazer de viver
a vida. Estar vivo, equilibrado e feliz, já é quase
o suficiente.
- Se sabe, então,
que a auto-ajuda é possível, sem a necessidade de
doutorados em psicologia, embora de resultados
distantes, quanto mais seguros.
- Mas nós precisamos
estar motivados a investir nisso: Liberamos pesos,
atenuamos muitas distorções e abrimos novos
potenciais.
- Por outro lado, o
processo psicanalítico puro, via auto-analise ou
profissional, tem horizontes limitados.
- Essas vias poderão
se tornar apenas um pilar para dar o suporte à
melhor maneira de Viver a vida.

- Nós sabemos que
com um pilar, apenas!, não se constrói um prédio.
- Então a Ocupação e
a sua Terapia não é senão um segundo pilar associado
ao capítulo AMOR.
- E auto-análise e o
feeling de sucesso que não conflite com a maneira de
você Viver as coisas essenciais são o terceiro e
quarto pilares.
- Abordar adiante a
Auto-análise é uma tarefa um tanto ou quanto
difícil, mas possível ...
- Antes de terminar
esse segundo capítulo é bom expressar uma crítica
que foi feita ainda em rascunho.
Essa pessoa dizia: “- No capítulo O AMOR tudo bem;
mas não estaria faltando conclusão neste segundo
capítulo?”
Resposta: Sim; pois Ocupação e sua Terapia postula
mudanças de conceito. Fala de liberdades a
conquistar. Ficam claras as novas opções de risco e
percurso. Neste momento tem que haver uma maior
praticidade e um pouco menos energização de O Amor.
- Em O Amor está
tudo bem! ... mas fora disso, nem tudo bem?

- Agora, Ele vai ter
que coexistir com uma auto-estima mais forte e com a
aceitação psicológica de uma nova dinâmica corporal.
- O capítulo permite
construir conclusões.
- E Nós temos aqui
um livro de auto-ajuda, não é uma bíblia! ...
- Ele permite
posturas antagônicas.
- Serve às pessoas
de todas as religiões.
- Não reprova, não
castra, não censura. E daí?!
- Neste capítulo
você começa realmente a reconstrução do seu corpo
mental.
- A pretensão não é
fornecer conclusões preguiçosas e fáceis de
copiar...
- É muito mais
fornecer um layout aberto, onde cada qual possa
reconstruir a sua bio-emocionalidade própria.
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